quinta-feira, 26 de novembro de 2015

8 razões para usar o Youtube em sala de aula

Descubra como esta rede social pode ajudar você a produzir vídeos e planejar aulas mais dinâmicas e interessantes para seus alunos

Daniele Pechi (novaescola@fvc.org.br)
Prender a atenção dos estudantes, que estão cada vez mais conectados, não tem sido uma tarefa fácil para os educadores. O problema se torna cada vez maior conforme os alunos ficam mais velhos. Nas salas de aula do Ensino Médio, é muito comum os professores disputarem a atenção dos estudantes com aparelhos eletrônicos, celulares ou smartphones. Por isso, o momento é propício para tornar a tecnologia - e a sua turma - uma aliada em sala de aula. "O uso de recursos tecnológicos que estão presentes no dia a dia dos alunos pode ajudar a aproximá-los dos temas tratados em sala, além de servir como estímulo para o estudo", afirma Marly Navas Soriano, professora de Informática Educativa da EMEF Cleómenes Campos, em São Paulo.

Youtube para professores
Para encorajá-lo a usar o Youtube em sala, listamos oito bons motivos para incluir a rede social no seu planejamento e na sua rotina profissional:
1- Oferecer conteúdos que sirvam como recursos didáticos para as discussões em aulaIncentive os estudantes a participar das aulas compartilhando com eles vídeos que serão relevantes para o contexto escolar. Desde que bem selecionados, os conteúdos audiovisuais podem mostrar diferentes pontos de vista sobre um determinado assunto, fomentando os debates e discussões em sala.
2- Armazenar todos os vídeos que você precisa em um só lugarSe você ainda não é um usuário do Youtube, basta criar uma conta na rede (gratuitamente) para ter acesso às listas de reprodução (playlists). Elas permitem que você organize seus vídeos favoritos em sequência. Um usuário não precisa selecionar apenas vídeos publicados por ele, ou seja, a playlist de um professor pode conter vídeos publicados por outros membros do Youtube. Outra vantagem de organizar os vídeos em listas é que quando um vídeo termina, o próximo começa sem que sejam oferecidos outros vídeos relacionados, mas que não interessam ao seu propósito didático naquele momento. Ao selecionar o material que será visto pelos alunos, você pode garantir que o conteúdo hospedado em seu canal seja confiável, pois ele passou pela sua curadoria.
Consulte dois tutoriais breves, desenvolvidos pelos profissionais do Youtube, sobre como criar uma lista de reprodução e como organizar seus vídeos.
3- Montar um acervo virtual de seus trabalhos em vídeoCom uma câmera fotográfica, um celular ou uma câmera de vídeo simples, você pode capturar e salvar projetos e discussões feitas em sala de aula com seus alunos. Com esses registros da prática pedagógica você terá em mãos (e na rede) um material rico, que pode servir como base para uma análise crítica de seu trabalho e dos trabalhos apresentados por seus alunos. Os registros ainda viram material de referência para toda a comunidade escolar, pois qualquer vídeo armazenado no Youtube pode ser facilmente compartilhado entre os alunos e professores da escola e fora dela.
Aqui, um tutorial desenvolvido pelos profissionais do Youtube sobre como compartilhar uma lista de reprodução.
4- Permitir que estudantes explorem assuntos de interesse com maior profundidadeAo criar listas de reprodução específicas para os principais assuntos abordados em sala, você cumpre o papel do mediador e oferece aos alunos a oportunidade de aprofundar os conhecimentos a respeito dos temas trabalhados nas aulas. Ao organizar playlists com vídeos confiáveis e relevantes, você permite que os estudantes tenham contato com os conteúdos que interessam a eles, sem que eles percam muito tempo na busca e na seleção de informações.
5- Ajudar estudantes com dificuldadesVocê pode criar uma lista de reprodução com vídeos de exercícios para que os alunos resolvam no contra turno escolar. Esse material serve como complemento para os conteúdos vistos em sala e os estudantes podem aproveitá-lo para fazer uma revisão em casa dos assuntos vistos na escola.
6 - Elaborar uma apresentação de slides narrada para ser usada em salaVocê pode usar o canal de vídeo para contar uma história aos alunos e oferecer a eles um material de apoio que possa ser consultado posteriormente. Produza uma apresentação de slides narrada, com imagens que ilustrem o tema abordado e passe o vídeo em sala de aula.
Aqui, um tutorial desenvolvido pelos profissionais do Youtube sobre como editar vídeos na página de exibição de vídeos.
7 - Incentivar os alunos a produzir e compartilhar conteúdoLembre-se: seus alunos já nasceram em meio à tecnologia. Por isso, aproveite o que eles já sabem e proponha que usem câmeras digitais ou smartphones para filmar as experiências feitas no laboratório de Ciências, para que desenvolvam projetos - como a gravação de um "telejornal" nas aulas de Língua Portuguesa, por exemplo - ou nas apresentações de seminários. O conteúdo produzido pelos estudantes também pode ser disponibilizado na rede - desde que os pais sejam comunicados previamente para autorizar a exibição de imagem dos filhos na rede. Tal ação pode incentivar os estudantes a participar de forma mais ativa das aulas.
8 - Permitir que os alunos deixem suas dúvidas registradasVocê pode combinar com seus alunos para que eles exponham as dúvidas no espaço de comentários do canal, logo abaixo dos vídeos. Assim, é possível criar ou postar novos vídeos sobre os assuntos sobre os quais os estudantes ainda têm dúvidas.
(Fonte: Youtube para professores)

referência 
http://revistaescola.abril.com.br/formacao/8-razoes-usar-youtube-sala-aula-647214.shtml

quarta-feira, 18 de novembro de 2015


Aula no Colégio Dom Bosco: escola deve investir na qualificação dos docentes, pois é o espaço de resgate da autoestima
EDUCAÇÃO

Diminuir preconceito é desafio para professor

Pesquisa revelou que comunidade escolar discrimina. Para especialistas, é justamente nesse espaço que a diversidade deve ser trabalhada

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Texto publicado na edição impressa de 15 de outubro de 2009
Combater o preconceito dentro da sala de aula é um dos maiores desafios para os professores atualmente. Além de mediar situações de conflito entre os estudantes, o docente tem de desconstruir suas próprias pré-noções. Uma pesquisa divulgada em junho deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) revelou que todas as pessoas envolvidas com a escola, desde os pais até os docentes, praticam algum tipo de discriminação. 99,3% dos alunos, pais e funcionários têm algum tipo de preconceito étnico-racial, socioeconômico, com relação a portadores de necessidades especiais, gênero, geração, orientação sexual ou territorial.
O estudo ouviu 18,5 mil pessoas em 501 escolas públicas de todo o país. O grupo mais atingido pela discriminação foi o de portadores de necessidades especiais. Em seguida estão os negros.
Para especialistas, a escola reflete o que ocorre na sociedade. Apesar disso, é justamente esse espaço que pode trazer mudanças reais. Como o professor é um dos formadores de opinião de crianças e adolescentes, deve estimular o debate em sala de aula sobre essas questões e apresentar a diversidade das visões de mundo. O grande problema é que muitas vezes o próprio docente não está preparado e nem recebe apoio para isso. O caminho apontado para solucionar o impasse é investir na formação.
A professora da Universidade Federal do Paraná e doutora em psicologia social Tânia Baibich-Faria diz que é dentro da sala de aula que se pode combater a discriminação com mais eficiência, mesmo com o professor também tendo pré-noções. “O mais importante é reconhecer em si o preconceito e desenvolver competência de estar sempre alerta para lidar com isso.” Ela explica que a discriminação ocorre em todas as sociedades, porque está relacionada com a construção da própria identidade. Por isso, não se pode exigir que os professores sejam diferentes. Mas eles podem e devem desconstruir esses conceitos. “O papel do professor é fundamental. Ele tem de construir a pedagogia do antipreconceito. Ele não pode negar a realidade e ao mesmo tempo que percebê-la deve ter uma atitude combativa.”
Estudos comprovam que a discriminação deixa marcas por toda a vida e é a escola que pode mudar essa realidade. “O docente deve agir nas mentes, vísceras e coração”, diz Tânia. “Quem luta por justiça social precisa estar sempre em alerta e combativo. É pensar a educação para além da sala de aula.” Na UFPR há disciplinas específicas na graduação e pós-graduação para abordar a questão com os futuros professores.
No ensino público, somente na última década foram criadas políticas específicas de combate à discriminação na sala de aula. Com a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) em 1996, o assunto passou a entrar em pauta. Hoje o Ministério da Educação tem uma secretaria para tratar o tema. Há projetos de formação de docentes para o reconhecimento da diversidade sexual e equidade de gênero e o programa Escola que Protege, direcionado ao combate da violência.
Na Secretaria de Estado da Educação (Seed), foi criado em 2007 um departamento para abordar a diversidade. Há atividades direcionadas à formação em áreas como indígenas, negros, mulheres e orientação sexual. “A escola pública tem de ser universal. E o professor precisa estar preparado”, afirma Wagner Roberto do Amaral, chefe do departamento. Para apoiar os docentes, a Seed desenvolve palestras, cursos e grupos de discussão. Na secretaria de educação de Curitiba também há uma formação específica para a questão. “É preciso desmitificar todos os tipos de discriminação. E por trás dessas ações há a importância da formação”, diz a diretora do departamento de ensino fundamental, Nara Salamunes.
Para a orientadora educacional do Colégio Dom Bosco, Francisca Maria de Fauw, o docente tem de introduzir a temática do preconceito no cotidiano da sala de aula. “O professor é um facilitador. Deve estimular o debate. A escola deve investir na qualificação e o profissional tem de assumir sua função social. Somos o espaço de resgate da autoestima e da autonomia.”

referência 
http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/diminuir-preconceito-e-desafio-para-professor-bxwicvfb10tdnnsb2wh88ni32 

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Mãe desabafa sobre dificuldades para encontrar escola para filhas com deficiência; veja no 'Encontro'

A psicóloga Silvia Quintan, que é mãe de trigêmeos, lamenta situação: 'Não podemos morrer na busca pela educação'
 psicóloga Silvia Quintan postou um vídeo emocionante na internet contando que não consegue vaga em nenhuma escola para suas duas filhas que possuem necessidades especiais. Ela, que é mãe de trigêmeos, contou, no Encontro, sua história de superação e a saga enfrentada diante das negativas das instituições de ensino.
Mãe conta dificuldades para encontrar escola para filhos com deficiência (Foto: TV Globo)Mãe desabafa no 'Encontro' (Foto: TV Globo)
"Eles nasceram bem, sem nenhum problema. Mas, com oitos dias de vida, as meninas tiveram uma hemorragia e estavam correndo risco de morte. As duas tiveram que passar por uma cirurgia. Escutei dos médicos que uma delas ficaria cega, surda e sem andar. Depois, minha outra filha, foi diagnosticada com câncer. O tumor tinha 20cm, sendo que ela media 68cm na época. Nós superamos o câncer, não podemos morrer na busca pela educação", disse.
A defensora pública Larissa Davidovich esclareceu que as escolas, tanto públicas quanto privadas, não podem recusar nenhum aluno. "Existe uma lei. É crime recusar a entrada de criança na escola por ter deficiência. Isso é uma covardia e crueldade", alertou.
Silvia revelou o que acontece quando vai até as escolas para tentar matricular suas filhas. "Estou representando mães que sofrem caladas. São três anos que venho em uma luta insana. Não dá para eu ficar neste ciclo. Quando eu recebi as negativas das escolas, resolvi criar um projeto de inclusão e propor uma parceria, mas não adiantou. Desejo que as escolas possam nos ouvir. É muito difícil pensar que tenho que colocar meu filho de 'goela abaixo' na escola", reforçou.
referência
 http://gshow.globo.com/tv/noticia/2015/10/mae-desabafa-sobre-dificuldades-para-encontrar-escola-para-filhas-com-deficiencia-veja-no-encontro.html

quinta-feira, 5 de novembro de 2015




referência

/www.google.com.br/search?q=frases+celebres+de+henri+wallon&biw=1600&bih=799&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0CC8Q7AlqFQoTCPjamYPc-sgCFYfGkAodXt8O1A#tbm=isch&tbs=
Publicado em: 06/07/2013

Educação inclusiva: saberes e práticas para lidar com as diferenças


Por  
Jornalista. Acadêmica do curso de Publicidade e Propaganda do CEULP/ULBRA

No dicionário podemos ler o significado de inclusão como o ato ou efeito de incluir. Ao lermos esse significado percebemos o quanto é necessário lutarmos para que haja verdadeiramente a inclusão dentro de nossa sociedade.
Aqui trataremos especificamente da inclusão de alunos com deficiências dentro das escolas. A presença cada vez maior de alunos com deficiência intelectual no sistema educacional convencional está fazendo com que as escolas reflitam sobre a necessidade de adaptar seus conceitos pedagógicos.  Segundo o Censo Escolar, entre 2005 e 2011, as matrículas de crianças e jovens com algum tipo de necessidade especial (intelectual, visual, motora e auditiva) em escolas regulares cresceu 112% e chegou a 558 mil.
O trabalho de inclusão de alunos com deficiência é um desafio para as escolas, uma vez que ainda é muito difícil lidar com a diferença, principalmente no ambiente escolar.
A inclusão é uma inovação, cujo sentido tem sido muito distorcido dentro das escolas e do ensino regular. Inserir alunos com déficits de aprendizagem dentro das salas de aula, nada mais é que garantir o direito de todos à educação, garantido pela Constituição.
Procuramos descobrir como de fato acontece essa inclusão dentro das Escolas de Ensino Regular e, para isso, fizemos algumas visitas à Escola Estadual Amâncio de Moraes, na cidade de Paraíso do Tocantins, que trabalha com salas de recursos para atender alunos com deficiência e também possui vários alunos especiais dentro das salas de Ensino Regular. A escola é referência no atendimento a alunos especiais, chegando até mesmo a ser procurada por outras escolas para auxiliar nesse trabalho.

O (En)Cena conversou com a Coordenadora Pedagógica da escola, Alcilene Caldeira, a fim de entender como é realizado esse trabalho tão desafiador.

(En)Cena - Quantas crianças com algum tipo de necessidade especial estão matriculadas na escola?
Alcilene - Atualmente são 21 alunos matriculados na sala de recurso, um local elaborado para atender os alunos com necessidades especiais. Além dos 21, há outros nove alunos que não estão inclusos na sala de recursos, pois não possuem laudo médico. Para que o estudante seja incluso na sala de recursos, é necessário que passe por um médico psiquiatra, psicólogo e neurologista, esses profissionais devem dar um laudo da doença.

(En)Cena - Quais os recursos adequados que a escola tem para dar assistência a esses alunos?
Alcilene - Temos a sala de recursos, feita especialmente para os alunos especiais, na sala nós temos computador próprio para deficientes visuais e auditivos, jogos educativos acessíveis, ou seja, materiais apropriados pra eles. Também temos o privilégio de ter uma intérprete de libras.

(En)Cena - Quais os maiores desafios enfrentados por vocês professores em relação a lidar com os alunos especiais?
Alcilene - Diante das dificuldades, penso que a maior seja a da qualificação profissional ideal. Pelo fato de na sala de aula haver diversos deficientes, exigindo do professor uma capacitação adequada para cada tipo de deficiência, tornando o trabalho quase impossível..

(En)Cena - O conteúdo transmitido aos alunos especiais é o mesmo que é transmitido aos outros alunos?
Alcilene - O conteúdo passado para os alunos é o mesmo, a diferenciação vem na hora da avaliação.

(En)Cena - A inclusão aparece para mostrar que todas as pessoas são diferentes. Como a escola lida com essa diferença? Como é feita a inclusão na Escola Estadual Amâncio de Moraes?
Alcilene - Para que a escola possa lidar com essa diferença, o trabalho é contínuo. Aqui, os especiais são tratados normalmente. Claro que há problemas, pois os alunos são mais alterados que os demais, diante disso o cuidado com eles é redobrado, os horários entre os alunos são os mesmos, tanto no intervalo quanto nas salas de aula.

(En)Cena - Os alunos especiais sentem-se integrados com os demais alunos?
Alcilene - Os alunos especiais se sentem integrados diante dos outros. Escola nenhuma em Paraíso vocês encontram uma sala regular com alunos especiais. Alunos estes com Síndrome de Down, Deficiência Mental entre outras deficiências. Os pais ficam admirados com o trabalho que os professores fazem.


(En)Cena - A escola tem algum programa/programação específico(a) para os alunos com necessidades especiais?
Alcilene - Quanto às programações específicas para os alunos, a escola desenvolve um projeto durante uma semana inteira voltado para os alunos especiais, todos se mobilizam para a realização do projeto.

(En)Cena - Como é o apoio do governo? O que ainda falta para melhorar o atendimento a esses alunos?
Alcilene - Com relação à contribuição do governo, o auxilio é pouco. Porque em Paraíso, nós somos a única escola que trabalha com esta inclusão. Temos os alunos na sala de recursos, e também alunos matriculados na sala regular. Por exemplo, temos uma sala de 17 alunos onde 6 deles são especiais. É muito difícil pelo fato de ainda faltar material pedagógico e capacitação dos profissionais em sala de aula.
Ao conversar e vivenciar um pouco dessa realidade percebemos que a inclusão exige uma mudança de mentalidade de todos e requer muito mais que recomendações técnicas para que aconteça realmente. É necessário entendermos que somos seres humanos e vivemos em um contexto embasado na diversidade. Essa educação inclusiva só será feita verdadeiramente quando passarmos a valorizar a diversidade em que vivemos.


A escola inclusiva não faz distinção entre seres humanos, não seleciona, não diferencia baseado nos conceitos de perfeitos ou imperfeitos, “normais” e “anormais”. Ela oferece oportunidades livre de preconceitos.
 referência 
http://ulbra-to.br/encena/2013/07/06/Educacao-inclusiva-saberes-e-praticas-para-lidar-com-as-diferencas

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Primeira professora com Down do país ganha prêmio nacional de educação


 professora potiguar Débora Seabra, 33 anos, primeira educadora com síndrome de Down do país, recebeu no final de outubro o Prêmio Darcy Ribeiro de Educação 2015, em Brasília. Ela foi considerada exemplo no desenvolvimento de ações educativas no Brasil. O prêmio é promovido pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados e acontece anualmente.
Arquivo Pessoal
Arquivo Pessoal
Débora Seabra foi uma das ganhadoras do Prêmio Darcy Ribeiro
Débora é formada em Magistério em nível médio na Escola Estadual Professor Luis Antônio, em Natal (RN), com estágio na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Trabalha há dez anos como professora e hoje atua na Escola Doméstica, um colégio particular da sua cidade.
A professora roda o Brasil e já foi em outros países, como Argentina e Portugal, para falar sobre o combate ao preconceito na sala de aula.  Em 2013, ela lançou o seu primeiro livro, chamado “Débora conta histórias”, recheado de fábulas infantis.
referência.
https://catracalivre.com.br/geral/educação-3/indicação/primeira-professora-com-down-do-pais-ganha-premio-nacional-de-educação/

Os desafios para a educação brasileira .

  Os desafios para a educação brasileira em 2022 POR  INGRID MATUOKA A pandemia e as desigualdades que foram ampliadas a partir dela, a reto...