quinta-feira, 27 de junho de 2019

PSICOPEDAGOGIA: O QUE É E ONDE TRABALHAR?

Psicopedagogia: o que é e onde trabalhar?
Você tem interesse nos estudos sobre aprendizagem humana? Gosta de entender como construímos o conhecimento? Ou, ainda, gostaria de ajudar a melhorar o aprendizado e o desempenho das pessoas? Se respondeu “sim” para alguma dessas perguntas, então você precisa saber o que é psicopedagogia.
Trata-se de um conhecimento que, como o nome sugere, une duas áreas do saber: a psicologia e a pedagogia. A área de atuação do psicopedagogo é bastante ampla e muito importante para o auxílio de indivíduos com dificuldades no processo de aprendizagem.
Então, se você pensa em iniciar sua carreira nessa área ou está procurando por recolocação profissional, fique atento neste artigo. Nós vamos mostrar o que é a psicopedagogia, como é o mercado de trabalho e as principais características dessa profissão. Confira!

O que é psicopedagogia?

A psicopedagogia consiste em um saber científico que une, principalmente, os conhecimentos da psicologia e da pedagogia. Contudo, é uma área bastante multidisciplinar, abarcando também conhecimentos da neurologia, psicolinguística e antropologia, dentre outras disciplinas.
O psicopedagogo busca entender a maneira como o ser humano assimila e processa as informações, construindo, assim, os conhecimentos. Ele é responsável, portanto, pelo estudo dos processos do aprender humano em várias fases da vida, seja em crianças e adolescentes ou em adultos.
Desde a idade em que comunicamos as primeiras palavras, passando pela escola — período de intenso de assimilação de novas informações —, até a vida profissional, estamos em constante processo de aprender. Diante disso, essa profissão busca melhorar os métodos de ensino, tendo como principal finalidade garantir a compreensão dos conteúdos e facilitar o aprendizado.
No seu âmbito de ofício, o objetivo do psicopedagogo é identificar problemas — como dificuldades, distúrbios ou transtornos — bem como aplicar métodos para que uma pessoa tenha um melhor desempenho, desenvolvendo ações de prevenção ou de correção desses problemas.
As causas dessas dificuldades podem ser de natureza emocional, mental, social ou física. O psicopedagogo dará, então, o diagnóstico e promoverá ações de tratamento. Como se pode notar, a atuação desse profissional é muito importante. Veja onde ele pode trabalhar!

Onde o psicopedagogo pode atuar?

O campo de atuação desse profissional é bastante amplo. Nas escolas, sua função é identificar problemas nos métodos de ensino, nos currículos escolares ou, até mesmo, nas relações pessoais a fim de gerar melhor entendimento entre professores e alunos.
Assim, esse profissional detecta problemas psicopedagógicos que possam interferir no aprendizado do aluno, presta orientação pedagógica para instituições de ensino, auxilia o corpo docente e cria planos de trabalho visando a facilitação do aprendizado e a solução de problemas. O psicopedagogo pode, ainda, contribuir com o sistema educacional, realizando intervenções em busca de reduzir casos de evasão escolar.
Nas empresas, a psicopedagogia visa melhorar a assimilação dos conteúdos e a performance dos funcionários. O profissional pode atuar na área de recursos humanos, prestando assessoria a empresas, órgãos públicos e ONGs.
Nas clínicas e consultórios, ele pode atuar prestando atendimento psicopedagógico — como forma de auxílio extraescolar, por exemplo —, visando solucionar dificuldades no processo de aprendizagem do indivíduo.
O psicopedagogo pode, ainda, ser requisitado na área da saúde, atuando com pacientes em hospitais. Nesse contexto, o profissional trabalha questões ligadas a trauma e doenças que levam à falta de memória, redução da capacidade de aprendizado ou queda no desempenho funcional.
De todo o seu campo de atuação, a psicopedagogia clínica e a institucional são as principais. Por isso, saiba mais suas características e as diferenças entre elas!

Diferenças entre psicopedagogo clínico e institucional

O psicopedagogo clínico atende em consultórios e trabalha com cada paciente individualmente. Sua função é investigar as causas e buscar soluções para os problemas de aprendizagem em crianças, adolescentes ou adultos. Nesse sentido, o profissional contribui para manter o estado psicológico saudável do paciente, permitindo-o construir saberes e transformar informações em conhecimento adquirido.
Além de tratamentos, busca desenvolver ações para gerar mudanças comportamentais no paciente e, assim, corrigir e facilitar as dificuldades de assimilação de conteúdos. Muitas vezes, o psicopedagogo clínico atua em conjunto com outros profissionais, como psicólogo, psiquiatra ou fonoaudiólogo, por exemplo.
O psicopedagogo institucional, por sua vez, trabalha com um grupo de pessoas, seja em instituições de ensino, empresas ou hospitais. Dependendo do local de trabalho, sua função é avaliar o comportamento de alunos, pacientes ou funcionários, identificar os fatores que interferem na aprendizagem ou desempenho dessas pessoas e oferecer soluções para a melhora nesse campo.
Nas escolas, ele analisa os mais diversos aspectos da instituição de ensino, prestando, por exemplo, orientação ao quadro docente, auxiliando no planejamento de aulas e desenvolvendo projetos escolares. Nas empresas, ele, geralmente, trabalha no RH, facilitando a compreensão de informações, melhorando o relacionamento entre funcionários e gestores bem como a performance dos colaboradores.

Como é o mercado de trabalho?

A regulamentação da profissão de psicopedagogia foi aprovada em 2014 pelo Senado Federal. De acordo com a legislação, podem atuar no mercado de trabalho como psicopedagogo os profissionais graduados em psicopedagogia, psicologia, pedagogia ou em alguma licenciatura com um posterior curso de especialização em psicopedagogia.
Vale mencionar que, além da demanda pelo profissional nas áreas clínicas, de ensino e em hospitais, as grandes empresas e corporações costumam requerer o psicopedagogo para orientar no processo de contratação de pessoas com alguma deficiência, visto que elas têm garantido por lei uma cota de 5% das vagas de trabalho.
O psicopedagogo também tem ganhado espaço em instituições jurídicas, na área sobre família e infância, no intuito de identificar problemas que porventura uma criança esteja passando no contexto familiar.
Em relação ao salário, a remuneração do psicopedagogo pode variar bastante de acordo com a cidade ou com a área em que o profissional atua. No caso do psicopedagogo clínico, que atende em consultórios, por exemplo, o valor de uma consulta pode variar entre R$ 40 e R$ 170, considerando todo o Brasil. De modo geral, sua remuneração também varia conforme o porte da empresa e seu nível profissional, sendo a média salarial no país aproximadamente R$ 3300.
Para quem tem interesse em dar continuidade à sua formação ou dar início a essa carreira, existe a opção de fazer uma pós-graduação lato sensu em psicopedagogia institucional. Trata-se de uma especialização que tem a duração de apenas dois semestres e pode ser feita por meio do ensino a distância.
O curso forma profissionais aptos a realizar intervenções psicopedagógicas em instituições de ensino, hospitais e organizações empresariais, seja na esfera pública ou privada. A formação também capacita o psicopedagogo institucional a atuar na educação de pessoas com necessidades especiais, em áreas de neuropsicopedagogia ou relacionadas ao desenvolvimento psicomotor.
Como você viu, esta é uma importante área, que contribui para um processo saudável de aprendizagem, ajudando o ser humano a desenvolver melhor suas potencialidades. Agora que você já sabe o que é psicopedagogia, saiba mais sobre pós-graduação, especialização e MBA e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto para iniciar essa carreira!

quinta-feira, 7 de junho de 2018

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Leitura de Imagens

Ao lermos um texto, muitas vezes, não damos importância às imagens que ele apresenta. Ao contrário do que pensamos, essas não são meramente ilustrativas, pois trazem informações importantes acerca do assunto abordado.
Em provas de vestibular é comum que as figuras apareçam como forma de trazer dados que nem sempre estão no texto, justamente para dificultar o trabalho do estudante, podendo ser vistas como um “pega”, logicamente a quem não se importar em avaliá-las.
Na verdade, as leituras de imagens fazem parte de nossas vidas. Quando olhamos um quadro tentamos imaginar o que o pintor retratou ali, nos reportamos à época do mesmo, avaliamos suas características gerais e individuais, sejam elas de objetos, paisagens, pessoas, animais, alimentos, etc. Dessa forma, identificamos os elementos ali presentes, se estão vivos ou mortos, se estão estáticos ou se movem e conseguimos até mesmo imaginar o que as pessoas conversavam.

A imagem trás dados importantes para se sair bem na prova
Interpretar uma figura durante uma prova não é diferente, é preciso utilizar esses mesmos recursos visuais e imaginários, relacionando-os aos conhecimentos próprios.
Fazer a interpretação de um gráfico pode levar o aluno a se diferenciar de seus concorrentes, que não olham para o mesmo, pois consideram perda de tempo.
Algumas questões aparecem com dois ou três gráficos para que os alunos façam uma comparação entre ambos e descrevam o que entenderam sobre cada um.
Se você não estiver acostumado a olhar e analisar imagens, é bom se voltar para estas durante a realização das provas, já que tem relevante valor de interpretação, além de trazer elementos que muitas vezes auxilia na leitura do texto.
Se fizer a leitura da imagem antes de ler o texto, essa facilitará na compreensão do mesmo, visto que você já conseguiu coletar dados relevantes
Mas fique atento para não perder informações, treine, observe, busque aumentar sua percepção diante de figuras. Exercite sua percepção todos os dias até a chegada das provas.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
REFERÊNCIA:https://brasilescola.uol.com.br/educacao/leitura-imagens.htm

terça-feira, 5 de junho de 2018




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Resultado de imagem para a importancia da biblioteca na escola

"Por que a sua escola deveria ter uma biblioteca?"

POR RICARDO FALZETTA
Biblioteca escolar
A resposta poderia começar com uma explicação bem direta: porque está na lei Nº 12.244, promulgada em 2010. Mas a legislação para bibliotecas escolares é apenas o fim de uma longa história por trás do direito ao livro. É preciso, sobretudo, compreender o direito à arte, à cultura e à informação que as bibliotecas proporcionam e o papel da escola nesse cenário.
Apesar de sermos um País democrático, há pouca democracia no acesso a espaços culturais, muitas vezes reservados a grupos sociais com maior poder aquisitivo ou onde a mobilidade seja mais fácil, como nos grandes centros urbanos. Segundo dados do IBGE de 2015, poucas cidades brasileiras dispõem de museus (37%), teatros (23,4%) ou cinemas (10,5%).
O mundo digital, apesar da potência para disseminar cultura e conhecimento, também está distante de boa parte das crianças e jovens de escolas públicas devido à má qualidade do acesso à internet e da falta de preparo para lidar com a cultura digital. Apenas 56% das escolas públicas utilizam os laboratórios de informática disponíveis, de acordo com a recém divulgada pesquisa TIC Educação 2016.
Outro dado interessante é o da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2015 que aponta que 30% da população brasileira nunca comprou um livro. Isso é compreensível, dado que, por uma série de fatores que vão desde as pequenas tiragens até o custo da matéria-prima, o livro ainda é artigo de luxo por aqui.
É nessa aridez de circulação de ideias e arte, portanto, que as bibliotecas escolares surgem não apenas como equipamentos fundamentais para o incentivo às práticas de leitura como também espaço de contato com diferentes suportes tecnológicos e diversidade cultural, como pontua Sandra Medrano, coordenadora pedagógica daComunidade Educativa CEDAC.
Os dois modelos presentes nas escolas brasileiras são as salas de leitura e as bibliotecas. O primeiro não exige bibliotecário e o segundo, sim. Independentemente disso, os dois funcionam como canais de promoção da leitura e da cultura e devem estar presentes em todos os estabelecimentos de ensino. Mas não é isso o que acontece. Segundo dados do Anuário Brasileiro da Educação Básica, do Todos Pela Educação, em parceria com a Editora Moderna, apenas 13,3% das pré-escolas têm salas de leitura; 46,4% das escolas de Ensino Fundamental têm bibliotecas ou salas de leitura; no Ensino Médio, o índice é de 86,5%.
Além disso, ter o espaço não é tudo. Dada sua centralidade na democratização do saber e da fruição estética, as bibliotecas ou salas de leitura precisam contar com acervos, equipamentos e profissionais de qualidade. Medrano descreve algo que em nada lembra o modelo que vem à mente de muitos quando se fala de bibliotecas:
- Deve ter uma variedade de materiais impressos e digitais: livros, revistas, jornais, gibis, folhetos, fanzines, considerando a diversidade de gêneros e a diversidade da produção.
- Deve contar com meios para acesso às produções e às novas formas de leitura, computadores, tablets, leitores digitais e com formas para produção e compartilhamento de informações, como projetores, filmadoras, copiadoras, máquinas fotográficas etc.
- É preciso contar com uma equipe de profissionais formada e consciente de suas atribuições como mediadores e formadores de leitores. Profissionais que possam criar e propor atividades de exploração e apropriação dos acervos e também de buscas de novas fontes, que formem estudantes interessados pela informação.
- O local também deve contar com espaço para exposição e acesso facilitado aos acervos (físicos e digitais) e equipamentos, mobiliário que permita o manuseio.
Dessa maneira, não se trata de juntar num canto uma série de livros que logo se transformam em depósito de poeira. Christine Fontelles, outra especialista no assunto e coordenadora da campanha "Eu Quero Minha Biblioteca", além de endossar todos os pontos levantados por Medrano também destaca a importância da abertura das bibliotecas escolares à comunidade. Esse equipamento deve permitir que os livros circulem entre alunos e pais (seja via empréstimo, seja em atividades de compartilhamento de leitura), fortalecendo uma comunidade leitora mais ampla. Na cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo, acontece uma experiência inspiradora. 
A rede municipal de ensino oferta, desde 2007, as Bibliotecas Escolares Interativas (BEIS) que abrem uma vez por semana para que pais e vizinhos possam utilizar o espaço e fazer empréstimos.
A sala de leitura ou biblioteca também deve estar orientada ao público que ela atende, é o que pontua Fontelles, fornecendo um acervo com obras que atendam à demanda dos frequentadores, sem deixar de lado a qualidade literária, e organizado de maneira a facilitar o acesso – por exemplo:  acervos com sessões separadas por cores.
Caso a escola de sua comunidade não tenha biblioteca ou o potencial da existente esteja sendo mal explorado, fale com a direção da escola. Vale ressaltar que as creches e pré-escolas também devem possuir salas de leitura ou bibliotecas, pois a cultura escrita não tem idade e quanto mais cedo o contato com ela maiores as chances de desenvolver bem o hábito leitor.
Como foi citado no início do texto, a biblioteca escolar é assegurada em lei e deve ser universalizada até 2020. Apesar disso, nem mesmo o Governo Federal, responsável pela compra dos acervos, tem colocado esses equipamentos em sua lista de prioridades. Desde 2013, o Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE) está paralisado e não compra livros.
Sociedade e poder público devem trabalhar juntos pela universalização e garantia de qualidade das bibliotecas escolares e salas de leitura. Negligenciá-las é negar uma Educação Integral, o direito à arte e à cultura.

*Com a colaboração de Pricilla Kesley, jornalista do Todos Pela Educação


REFERÊNCIA:https://blogs.oglobo.globo.com/todos-pela-educacao/post/porque-sua-escola-deveria-ter-uma-biblioteca.html


quarta-feira, 30 de maio de 2018

Resultado de imagem para mensagem sobre educação para reflexão

EDUCAÇÃO NO CAMPO

Falta de estrutura no transporte e nas instalações.

A educação no meio rural, no Brasil, ainda tem muito a desenvolver. A falta de políticas educacionais voltadas para esse fim caracteriza a desvalorização do homem do campo, estabelecendo uma vida limitada aos seus filhos.
São grandes as dificuldades encontradas pelas trilhas por onde passam as crianças e jovens desse meio, que procuram adquirir conhecimentos, mas também um lugar para conviver com pessoas da mesma idade, ampliando suas relações sociais.
Pesquisas recentes comprovam que o insucesso nesse meio de educação atinge os 40%, além de ter 70% dos alunos em séries incompatíveis com as idades. As escolas do campo normalmente são compostas de apenas uma sala de aula, tendo que se desenvolver um trabalho de sala multisseriada, com mistura de idades e de conteúdos.
Sem contar na estrutura dos prédios, muitos deles ainda de taipa, madeira, alvenaria, sem iluminação e circulação de ar adequadas, faltando carteiras e outros materiais.
Além disso, chegar à escola é um grande problema, as distâncias são quilométricas, faça chuva ou faça sol, pondo em risco a integridade física e emocional dos alunos e funcionários, além do cansaço por ter que acordar muito cedo para chegar à escola depois de horas de caminhada.
Os currículos geralmente não são interessantes, não atraem os estudantes, pois fogem à realidade de suas vidas e não adianta incutir a cultura da cidade aos mesmos. Pelo contrário, esses devem ser adaptados à realidade local, valorizando aquilo que faz parte da vida dos alunos e de suas famílias.
Os calendários também devem ser adaptados, pois o período de férias coincide com a colheita das safras, o que causa o afastamento de muitos alunos, que precisam ajudar seus pais.
Nas faculdades, não temos formação específica em salas multisseriadas, gerando outro ponto controverso nas escolas do campo. Os profissionais que atuam dessa forma buscam alternativas por serem apaixonados pelo processo de ensinar e aprender, mas não contam com apoio das secretarias municipais, muitas vezes adquirindo materiais com recursos próprios.
Por mais que o governo lance campanhas de qualificação profissional, construção de novas escolas rurais, como as escolas-núcleo, que possuem uma estrutura melhor, essas se localizam em distintas regiões rurais, ocasionando o problema do transporte, além dos ônibus velhos, sem reparos, sem cintos de segurança, e da falta de verba para o seu abastecimento; pois muitas vezes tais problemas não são solucionados pelo governo municipal.
Vemos que os investimentos são baixos, carecendo de maior dedicação, olhares mais voltados para as verdadeiras necessidades dessa população.
E por tantos problemas, não há como fugir da evasão escolar nos meios rurais. Triste realidade do Brasil!
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
REFERÊNCIA:https://educador.brasilescola.uol.com.br/orientacoes/educacao-no-campo.htm

Os desafios para a educação brasileira .

  Os desafios para a educação brasileira em 2022 POR  INGRID MATUOKA A pandemia e as desigualdades que foram ampliadas a partir dela, a reto...